Bem, já que decidiste "renovar" o blog considero que não há maneira melhor de começar que uma carta do teu querido juízo.
Agora que tenho oportunidade de te falar não consigo racionalizar todas as coisas que gostaria de te dizer, parece muito mais fácil quando estás a fazer asneiras. Sabes, já tive dias melhores. Desde que estás em Coimbra que me sinto cada vez mais pequeno, dia após dia (e tenho grandes receios de vir a desaparecer por completo agora que vem ai a Latada). Devias alimentar-me mais, dar-me uns danoninhos, sei lá qualquer coisa.
Devia deixar-te aqui mil conselhos - e ainda era pouco - mas é o equivalente a estar calado. No entanto é o meu papel, como bom e persistente juízo que sou, alertar-te para o mal que fazes.
Vou começar pela bebida (e não reclames, sabes bem que tenho razão). Não bebas tanto! Qualquer dia não tens fígado! E não é só isso, na Quinta-feira, por exemplo, nem te lembravas do que tinha acontecido no caminho para casa. Se não fosse o teu esforço mental ontem à noite para descobrires o que tinha acontecido e de quem era aquela garrafa de água que estava na tua casa-de-banho na manhã seguinte, queria ver como era. E já nem vou comentar o que aconteceu no primeiro dia da praxe, porque isso é para esquecer. A tua sorte ainda, é teres ai a Inês que toma conta de ti, mas ela também já estou a ver que está a tomar o gosto ao dente. Vou agendar uma conversa com o juízo dela.
Vê lá o que fazes amanhã no jantar da Serenata.
Os rapazes Milene, os rapazes! Tens de escolher melhor, não vás na conversa do primeiro que te oferece um pseudo romance. Até parece que não sabes já como é. Fogo ó Milene, tanto rapaz giro por aí e tu escolhes sempre tretas (isto ouvi eu a Inês dizer-te muitas vezes). Mas também não andes aí aos beijos com um diferente cada dia. Diverte-te mas comigo.
Mesmo assim ainda há pontos em que me posso orgulhar de ti. Não fumas, tens notas razoáveis e até que te preocupas com os outros. Gostei de ver aquele dia em que trouxeste a Inês para casa e tomaste conta dela.
Agora que já mostrei que ainda estou vivo dentro dessa tua cabecinha, vou deixar-te. Mas deixar-te não de uma forma definitiva, vou apenas recolher-me à minha triste insignificância na tua vida.
P.S: Até Terça-feira que vem não terás notícias minhas, vou deixar-te durante a Latada porque já sei que não vale a pena só marcar presença.
Agora que tenho oportunidade de te falar não consigo racionalizar todas as coisas que gostaria de te dizer, parece muito mais fácil quando estás a fazer asneiras. Sabes, já tive dias melhores. Desde que estás em Coimbra que me sinto cada vez mais pequeno, dia após dia (e tenho grandes receios de vir a desaparecer por completo agora que vem ai a Latada). Devias alimentar-me mais, dar-me uns danoninhos, sei lá qualquer coisa.
Devia deixar-te aqui mil conselhos - e ainda era pouco - mas é o equivalente a estar calado. No entanto é o meu papel, como bom e persistente juízo que sou, alertar-te para o mal que fazes.
Vou começar pela bebida (e não reclames, sabes bem que tenho razão). Não bebas tanto! Qualquer dia não tens fígado! E não é só isso, na Quinta-feira, por exemplo, nem te lembravas do que tinha acontecido no caminho para casa. Se não fosse o teu esforço mental ontem à noite para descobrires o que tinha acontecido e de quem era aquela garrafa de água que estava na tua casa-de-banho na manhã seguinte, queria ver como era. E já nem vou comentar o que aconteceu no primeiro dia da praxe, porque isso é para esquecer. A tua sorte ainda, é teres ai a Inês que toma conta de ti, mas ela também já estou a ver que está a tomar o gosto ao dente. Vou agendar uma conversa com o juízo dela.
Vê lá o que fazes amanhã no jantar da Serenata.
Os rapazes Milene, os rapazes! Tens de escolher melhor, não vás na conversa do primeiro que te oferece um pseudo romance. Até parece que não sabes já como é. Fogo ó Milene, tanto rapaz giro por aí e tu escolhes sempre tretas (isto ouvi eu a Inês dizer-te muitas vezes). Mas também não andes aí aos beijos com um diferente cada dia. Diverte-te mas comigo.
Mesmo assim ainda há pontos em que me posso orgulhar de ti. Não fumas, tens notas razoáveis e até que te preocupas com os outros. Gostei de ver aquele dia em que trouxeste a Inês para casa e tomaste conta dela.
Agora que já mostrei que ainda estou vivo dentro dessa tua cabecinha, vou deixar-te. Mas deixar-te não de uma forma definitiva, vou apenas recolher-me à minha triste insignificância na tua vida.
Sempre teu,
Juízo
Juízo
P.S: Até Terça-feira que vem não terás notícias minhas, vou deixar-te durante a Latada porque já sei que não vale a pena só marcar presença.

3 comentários:
Trouxes.t a Ines para casa e tomaste coonta dela?! O q é q s anda a passar por ai? Será q tem de vir um juizo de Lisboa para vos por na ordem?
Mileeeeneee!! Manda um mail para eragon.norega@gmail.com para se combinar as coisas xD Com sorte ainda te apanho mas é na estação quando fores buscar a marta xD
See you ;)
Esse bicho o juizo...
Será que estás a entrar na fase de fazer posts com decencia?
Ainda não vou fazer juizos de valor, keep on do it.
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